Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

As perguntas frequentes identificam e esclarecem as dúvidas mais comuns sobre a aplicação STAYAWAY COVID. Caso não encontre esclarecida a sua questão neste conjunto de perguntas, contacte-nos via email: stayaway@inesctec.pt.

As perguntas frequentes identificam e esclarecem as dúvidas mais comuns em torno da aplicação STAYAWAY COVID. Caso não encontre esclarecida a sua questão neste conjunto de perguntas, contacte-nos via email: stayaway@inesctec.pt.

Dificuldades técnicas

Em primeiro lugar, verifique que tem a versão mais recente da aplicação STAYAWAY COVID. Poderá fazê-lo na aplicação Google Play Store. Se não tiver a versão mais recente, instale e reinicie o telefone. Sempre que reiniciar o seu dispositivo, certifique-se também que abre pelo menos uma vez a STAYAWAY COVID para que esta retome o seu funcionamento normal.

De seguida, verifique que tem as notificações de exposição ativas. Esta definição pode ser encontrada nas definições do dispositivo.

Finalmente, se o problema persistir, tenha em conta a seguinte informação. A maioria dos dispositivos Android dispõe de mecanismos de poupança de bateria que, por vezes, impedem o bom funcionamento de algumas aplicações. Em particular, estes mecanismos afetam aplicações que, como a STAYAWAY COVID, precisam de correr em segundo plano. A STAYWAY COVID deteta estes mecanismos e tenta auxiliar o utilizador na tarefa de os desativar. No entanto, alguns fabricantes têm mecanismos próprios e diversificados de implementação da poupança de bateria. Nos modelos de telefone destes fabricantes é necessário que o utilizador desative manualmente estes mecanismos.

Para isto, dependendo do seu dispositivo, o passo 1 deverá resolver o problema. Se não for suficiente, deverá seguir os passos 2 e 3, e, no caso dos dispositivos Samsung, também deverá seguir o passo 4:

  1. Adicionar a STAYAWAY COVID à lista de aplicações não otimizadas ou autorizadas a correr em segundo plano.
  2. Aceder às definições de bateria do seu dispositivo e desativar todos os níveis de poupança de energia para a STAYAWAY COVID.
  3. Aceder às definições de bateria do seu dispositivo e ativar a opção “Autorizar a correr em segundo plano”.
  4. Desligar o “Ultra Power Saving Mode” para a STAYAWAY COVID se em Samsung.

Se nenhum destes passos funcionar, deverá procurar as definições de poupança de bateria específicas do seu dispositivo. Algumas aplicações como Slack compilaram instruções para a resolução deste tipo de problemas. Em https://slack.com/intl/pt-br/help/articles/360001562747-Problemas-conhecidos-com-notificações-do-Android poderá encontrar instruções para diferentes dispositivos e sistemas operativos. Ao segui-las troque “Slack” por “STAYAWAY COVID”.

Para mais apoio técnico contacte stayaway@inesctec.pt

Em primeiro lugar, verifique que tem a versão mais recente da aplicação STAYAWAY COVID. Poderá fazê-lo na aplicação Google Play Store, em Android, e App Store, em iOS. Se não tiver a versão mais recente, instale-a. Após uma atualização, a aplicação precisa de até 24h para retomar o seu funcionamento normal.

Se, ainda assim, a aplicação não atualizar a data de verificação de risco, considere as seguintes indicações:

  • Em iOS, certifique-se que em “Definições” > “Geral” > “Atualizar em segundo plano“ tem a opção ligada. Esta é uma definição geral para o dispositivo e poderá definir que aplicações têm acesso a esta funcionalidade. Confirme que as definições estão conforme a sua preferência. Em particular, confirme a definição para a STAYAWAY COVID em “Definições” > “STAYAWAY” > “Atualizar em 2º plano”.
  • Em Android, uma das razões para a aplicação não conseguir atualizar em segundo plano são as funcionalidades de otimização de bateria. Confira as recomendações da questão A aplicação pede para desativar o modo de poupança de bateria. Já o fiz, mas a mensagem permanece. O que posso fazer? 

Para mais apoio técnico contacte stayaway@inesctec.pt

Em primeiro lugar, verifique que tem um telemóvel compatível com a STAYAWAY COVID. Para isso consulte a pergunta frequente Em que versões dos sistemas operativos Android e iOS é suportada a aplicação STAYAWAY COVID?.

De seguida, verifique que tem a versão mais recente da aplicação STAYAWAY COVID. Poderá fazê-lo na aplicação Google Play Store. Se não tiver a versão mais recente, instale-a. Após uma atualização, a aplicação precisa de até 24h para retomar o seu funcionamento normal. Verifique também que tem as notificações de exposição ativas. Esta definição pode ser encontrada nas definições do dispositivo.

Se depois de ter  verificado os pontos acima e de ter confirmado que tem um telemóvel compatível, ainda assim não conseguir ativar o rastreio, siga as indicações descritas em https://support.google.com/googleplay/answer/9037938?hl=pt e volte a tentar ativar o rastreio STAYAWAY COVID.

Se o problema persistir, por favor contacte-nos através do email stayaway@inesctec.pt.

Para ativar o rastreio é necessário que as Notificações de Exposição estejam ligadas para a STAYAWAY COVID. Em alguns dispositivos iOS, as Notificações de Exposição não são ativadas automaticamente, sendo necessário ativá-las manualmente. Estas definições podem ser encontradas nas definições de Notificações de Exposição escolhendo o menu da Direção Geral de Saúde, ligando a opção “Partilhar informação de exposição” e carregar em “Definir como região ativa”.

Se estes passos não resolverem o problema, por favor considere as seguintes instruções:

iOS 13.7 / 14

  1. Definições > Geral > Repor > Repor localização e Privacidade
  2. Abrir a STAYAWAY COVID e ativar de novo a permissão de acesso às Notificações de Exposição

iOS 14 após atualização

  1. Definições > Wifi > Desligar Wifi
  2. Definições > Notificações de Exposição > Região Ativa ‘Direção Geral de Saúde´ > Direção Geral de Saúde > Desligar e ligar ‘Partilhar informação de exposição’ e carregar em ‘Definir como região ativa’
  3. Definições > Wifi > Ligar Wifi
  4. Se o problema persistir, desinstale e instale a aplicação uma vez. Será necessário esperar 24h até a aplicação retomar o seu funcionamento normal.

A aplicação STAYAWAY COVID foi desenvolvida para os sistemas operativos iOS (Apple) e Android (Google), que abarcam a grande maioria de utilizadores de telemóveis.

Em particular, a STAYAWAY COVID depende especificamente da API de “Notificação de Exposição” desenvolvida pela Apple e pela Google para ser usada pelas apps de rastreio de contactos de forma segura e eficaz, permitindo, entre outras funcionalidades, i) executar sem constrangimentos mesmo quando não está ativa, ii) assegurar a interoperabilidade entre aplicações sobre sistemas operativos diferentes e iii) assegurar a interoperabilidade com aplicações de outros países da União Europeia.

As versões dos sistemas operativos que incluem a tecnologia de “Notificação de Exposição” são:

  • Android: igual ou superior à versão 6.0 (Marshmallow);
  • iOS: igual ou superior à versão 13.5.

Atualmente, apenas os telemóveis Android com acesso aos “Play Services” da Google disponibilizam a referida API. Deste conjunto excluem-se vários modelos da marca Huawei. Nos dispositivos Huawei sem Google “Play Services”, não será possível ativar o rastreio e, no caso de procurar a aplicação na App Gallery Huawei, a STAYAWAY COVID será detetada como incompatível e por isso não será apresentada para poder ser descarregada.

Estamos informados que a Huawei se encontra a desenvolver serviços compatíveis com a API de “Notificações de Exposição” da Apple e Google, o que poderá permitir, em breve, executar a STAYAWAY COVID em todos os seus modelos de telemóvel. Mantenha-se atento às notícias da Huawei relativas a este assunto.

Alguns modelos Huawei que têm sido reportados como não tendo Google “Play Services” são: Huawei P40 Pro +, Huawei P40 Pro, Huawei P40, Huawei Mate 30 Pro, Huawei Mate 30, Huawei P40 Lite, Huawei P40 Lite E, Huawei Mate Xs, Huawei P Smart S, Huawei Y6p, Huawei Y5p.

A aplicação STAYAWAY COVID foi desenvolvida para os sistemas operativos iOS (Apple) e Android (Google), que abarcam a grande maioria de utilizadores de telemóveis.

Em particular, a STAYAWAY COVID depende especificamente da API de “Notificação de Exposição” desenvolvida pela Apple e pela Google para ser usada pelas apps de rastreio de contactos de forma segura e eficaz, permitindo, entre outras funcionalidades, i) executar sem constrangimentos mesmo quando não está ativa, ii) assegurar a interoperabilidade entre aplicações sobre sistemas operativos diferentes e iii) assegurar a interoperabilidade com aplicações de outros países da União Europeia.

As versões dos sistemas operativos que incluem a tecnologia de “Notificação de Exposição” são:

  • Android: igual ou superior à versão 6.0 (Marshmallow);
  • iOS: igual ou superior à versão 13.5.

Atualmente, apenas os telemóveis Android com acesso aos “Play Services” da Google disponibilizam a referida API. Deste conjunto excluem-se vários modelos da marca Huawei. Nos dispositivos Huawei sem Google “Play Services”, não será possível ativar o rastreio e, no caso de procurar a aplicação na App Gallery Huawei, a STAYAWAY COVID será detetada como incompatível e por isso não será apresentada para poder ser descarregada.

Estamos informados que a Huawei se encontra a desenvolver serviços compatíveis com a API de “Notificações de Exposição” da Apple e Google, o que poderá permitir, em breve, executar a STAYAWAY COVID em todos os seus modelos de telemóvel. Mantenha-se atento às notícias da Huawei relativas a este assunto.

Alguns modelos Huawei que têm sido reportados como não tendo Google “Play Services” são: Huawei P40 Pro +, Huawei P40 Pro, Huawei P40, Huawei Mate 30 Pro, Huawei Mate 30, Huawei P40 Lite, Huawei P40 Lite E, Huawei Mate Xs, Huawei P Smart S, Huawei Y6p, Huawei Y5p.

Rastreio digital de contactos

Uma vez que não há ainda uma experiência consolidada com este tipo de aplicações, não existe uma resposta definitiva a esta questão.

As potenciais vantagens e desvantagens foram avaliadas por painéis científicos a nível internacional (ex. eHealthNetwork) que informaram os decisores políticos de vários países dentro e fora da União Europeia.

As decisões políticas tomadas na grande maioria dos países europeus vão no sentido de adotar este tipo de aplicações, tendo em conta os potenciais benefícios no controlo da pandemia.

Uma decisão neste sentido foi também tomada em Portugal, o que nos leva à próxima pergunta.

O sistema STAYAWAY COVID adota a solução preconizada pela iniciativa DP^3T, que se rege pelos princípios de proteção da privacidade individual defendidos por um vasto leque de investigadores internacionais, em abril de 2020.

O INESC TEC, desde março, participa na iniciativa DP^3T cuja solução proposta para o rastreio digital de contactos é hoje nuclear nos sistemas de praticamente todos os países europeus e na funcionalidade de “Exposure Notification” dos sistemas operativos móveis Android e iOS.

Enquanto Laboratório Associado do Estado e instituição de utilidade pública, faz parte da missão do INESC TEC contribuir ativamente com soluções para os desafios sociais e económicos do país e para a definição e prossecução de políticas públicas. Foi neste sentido que, para além do envolvimento dos seus investigadores no desenvolvimento do protocolo DP^3T, o INESC TEC assumiu o desenvolvimento de um sistema completo que pudesse ser implantado e operacionalizado como solução nacional de rastreio digital da COVID-19.

Assim surgiu o sistema STAYAWAY COVID, naturalmente assente no protocolo DP^3T, regendo-se pelos princípios de utilização voluntária, proteção da privacidade individual, e sem recolha de informação pessoal por parte das entidades que gerem o sistema.

Colocada a aplicação à disposição do governo português, foi decisão deste órgão de soberania a sua adoção nacional.

Ações a tomar pelos utilizadores

Bastará instalar a aplicação STAYAWAY COVID, disponível nas lojas de aplicações da Apple, para telemóveis com sistemas operativos iOS, e da Google, para telemóveis com sistemas operativos Android.

Não significa que tenha havido contágio; deve, porém, manter-se em isolamento e contactar os serviços de saúde.
Mesmo que não apresente sintomas, deve ligar para a Linha SNS 24 (808 24 24 24) ou para o seu médico de família.
A STAYAWAY COVID continua a funcionar normalmente. Se, entretanto, não receber novos alertas de risco, este alerta desaparecerá ao fim de 14 dias.

  • Deve inserir na aplicação STAYAWAY COVID o código que lhe será fornecido pelo Serviço Nacional de Saúde, que fará o seguimento do seu caso após diagnóstico positivo. Só assim a aplicação terá a informação sobre a alteração do seu estado e poderá alertar quem esteve muito próximo de si. Este código será válido por 24 horas e a sua identidade nunca será revelada.
  • O código é fornecido pelo SNS verbalmente ou através de um SMS para o número de telemóvel que tiver registado na sua ficha de utente do Serviço Nacional de Saúde.
  • O protocolo estabelecido pela DGS determina que o código a ser introduzido na aplicação STAYAWAY COVID pelos utilizadores a quem é diagnosticada a doença, seja fornecido pelo Serviço Nacional de Saúde, responsável pelo seguimento do caso.No caso do teste ser efetuado num laboratório não pertencente ao SNS, a comunicação do resultado ao paciente poderá não ser acompanhada do envio do código STAYAWAY COVID. O resultado positivo é transmitido (obrigatoriamente por Lei) ao SNS. O SNS contacta o paciente e, nessa altura, poderá fornecer o código STAYAWAY COVID, verbalmente ou por SMS. Em qualquer um dos casos, o cidadão poderá solicitar informação relativa ao código STAYAWAY COVID através do endereço de e-mail: atendimento@sns24.gov.pt, identificando o contexto do contacto.

Não. A inserção na aplicação STAYAWAY COVID do código fornecido pelo SNS após confirmação do seu diagnóstico é voluntária, contudo é importante realçar que a sua contribuição anónima na luta contra a propagação deste vírus é valiosa para todos nós.

Funcionamento da aplicação

Havendo introdução do Código de Legitimação por parte da pessoa infetada, as notificações aos utilizadores com quem houve contacto de risco, acontecem, o mais tardar, no dia seguinte.

As notificações ocorrem aos utilizadores da app cujos telemóveis tenham estado próximos do telemóvel da pessoa infetada, a menos de 2 metros, por mais de 15 minutos seguidos. Para além disso, de acordo com as atuais regras da DGS, só são notificados os utilizadores com os quais os contactos de risco tenham ocorrido até dois dias antes dos primeiros sintomas da pessoa infetada ou, no caso de assintomática, dois dias antes de efetuar o teste à COVID-19. Este referido período de risco é definido aquando da criação do Código de Legitimação e nunca será superior a 14 dias.

Após a inserção do Código de Legitimação, a app desativa o rastreio, pelo que não são notificados novos contactos de risco após essa data. O rastreio é retomado após o utilizador infetado recuperar e reinstalar a app STAYAWAY COVID.

Em ambiente familiar, apesar das pessoas estarem frequentemente em situações de elevado risco de contágio, tipicamente, os seus telemóveis não se encontram a menos de 2 metros de forma desobstruída, com semelhante frequência. É, portanto, possível que as notificações da aplicação entre familiares próximos possam não existir ou ser menos frequentes do que o expectável.  No entanto, porque a proximidade e o conhecimento pessoal nestes ambientes são particularmente elevados, a necessidade de rastreio, especialmente digital, tende a ser menos importante.

A utilização das funcionalidades de “Exposure Notification” (EN) do sistema operativo não requer e não utiliza a interface de GPS. A solicitação feita pelo Android é incorreta e causa de preocupação em todas as aplicações que utilizam a EN. A Google está ciente do problema, mas, nas suas palavras, é “uma limitação do próprio sistema operativo”. O serviço Bluetooth de baixo consumo (BLE) está, no sistema operativo Android, ligado aos “Serviços de localização” pelo que estes têm de estar ligados para o utilizar.

Sim, para estar ativa a aplicação precisa que o Bluetooth esteja ligado. Ainda assim, a aplicação usa Bluetooth de baixo consumo (BLE) que, como o nome indica, requer menos energia que o Bluetooth tradicional que utilizamos para ligar o telemóvel a altifalantes, auscultadores ou ao sistema de som dos automóveis.

A aplicação necessita periodicamente, uma vez por dia, de aceder a um servidor oficial e público do sistema (ver questão “Há dados que são disponibilizados online?” – secção “Segurança e privacidade dos dados”). Este acesso pode ser realizado por WiFi ou com dados móveis.

A avaliação toma como base o conhecimento científico em cada momento e recomendado pelas autoridades de saúde. Atualmente, considera-se que a proximidade a menos de 2 metros e durante cerca de 15 minutos com uma pessoa portadora da doença potencia consideravelmente o contágio.
Havendo alterações nesta recomendação, a aplicação STAYAWAY COVID será ajustada de acordo.

Sim. Finda a sua recuperação, retornando à vida normal, deve instalar de novo a aplicação STAYAWAY COVID para reiniciar o processo de monitorização.

Não, o alerta é feito localmente pela STAYAWAY COVID, ou seja, recebe na sua aplicação um alerta a informar que esteve em contacto com alguém a quem foi diagnosticada COVID-19.
Nenhuma entidade externa tem conhecimento da identidade do utilizador ou do seu telemóvel, pelo que não o poderá notificar, seja por SMS ou outro meio alternativo.
Além disso, nenhuma entidade externa possui a informação necessária, e que se encontra apenas no dispositivo do utilizador, para avaliar a sua probabilidade de contágio.

Não. A eficácia da aplicação STAYAWAY COVID é proporcional à sua utilização. Quanto mais pessoas utilizarem a aplicação, maior é a probabilidade de as pessoas portadoras da doença, mas ainda sem sintomas, serem rapidamente diagnosticadas.

A aplicação STAYAWAY COVID foi desenvolvida exclusivamente para os sistemas operativos iOS, da Apple, e Android, da Google e depende especificamente da API de “Notificações de Exposição” das duas empresas. Por essa razão, a aplicação STAYAWAY COVID apenas é compatível com versões Android igual ou superior à versão 6.0 (Marshmallow) e iOS igual à versão 12.5 ou igual e superior à versão 13.5. Quem tem uma versão do iOS entre a 12.0 e 12.4, deverá fazer a atualização para a versão 12.5 do iOS. Quem tem uma versão do iOS entre a 13.0 e 13.4, deverá fazer a atualização para a versão 13.5 ou superior.

Não. O comportamento esperado da aplicação é que esteja ativa sempre, mesmo tendo reiniciado o dispositivo. No entanto, é recomendada a abertura da aplicação para garantir que as notificações são recebidas atempadamente.

As notificações são enviadas mesmo quando a aplicação se encontra em segundo plano ou o telemóvel seja reiniciado. No entanto, o reiniciar do dispositivo pode, em alguns casos, não ativar o funcionamento em segundo plano da aplicação. Desta forma, recomendamos que o utilizador abra a aplicação após reiniciar o telemóvel, para garantir que a aplicação está ativa.

Não, apenas em telemóveis.

Segurança e privacidade de dados

Não. O sistema utiliza apenas números gerados aleatoriamente pela aplicação no telemóvel. O sistema não lhe solicita e desconhece qualquer dado pessoal constante no seu telemóvel, como sejam, nome, morada, números de identificação, endereços ou nome de utilizador de sistemas digitais, aplicações de redes sociais, entre outros.

Nenhum sistema informático é perfeito, pelo que a pergunta deverá talvez ser: de que forma a aplicação STAYAWAY COVID minimiza os riscos para a nossa privacidade?

A aplicação STAYAWAY COVID adota o protocolo DP^3T que, diferindo concetual e arquiteturalmente dos sistemas desenvolvidos e adotados fora da Europa, tem como objetivo preservar ao máximo a privacidade dos utilizadores e garantir-lhes o controlo sobre a sua informação pessoal.

A sua adoção em diversos países europeus como a Alemanha, Suíça, Itália, Irlanda, Dinamarca, e outros, dá-nos uma boa indicação de que, até este momento, não existem evidências de riscos significativos na sua adoção.

Adicionalmente, a operação do sistema STAYAWAY COVID segue as boas práticas adotadas pelos parceiros da iniciativa DP^3T, e acompanha de perto a evolução das soluções implementadas em outros países, estando a gestão de potenciais problemas de segurança e privacidade em linha com o que é feito a nível internacional.

Sim, nos termos legais foi realizada uma AIPD que pode ser consultada aqui na sua versão atual.

O sistema foi alvo de uma Avaliação de Impacto sobre a Proteção de Dados (AIPD), revista regularmente,  e submetida a consulta prévia da CNPD, cujas recomendações serão seguidas. Todo o código fonte desenvolvido foi auditado pelo Centro Nacional de Cibersegurança e encontra-se publicamente disponível.

Sim. Quando diagnosticada com COVID-19, é solicitado à pessoa que, através da aplicação STAYAWAY COVID, disponibilize online, num servidor oficial e público do sistema – alojado na Imprensa Nacional Casa da Moeda – os identificadores aleatórios que difundiu nos últimos 14 dias. Estes dados são meros identificadores aleatórios sem qualquer afinidade com os telemóveis, nem os seus utilizadores.

Os únicos dados manipulados pelo sistema são os identificadores aleatórios gerados pelos telemóveis. Estes dados são guardados, por um período máximo de 14 dias nos telemóveis que, por estarem próximos, os recebem. Nenhum dado recebido pelo telemóvel sai, alguma vez, do telemóvel. Os dados recebidos, por conseguinte, não são armazenados em nenhum servidor ou base de dados. Os dados gerados, no caso de um diagnóstico positivo à COVID-19, poderão ser disponibilizados online, num servidor oficial e público do sistema, por, no máximo, 14 dias (pergunta anterior).

O sistema foi desenhado para preservar o anonimato de quem o utiliza. Os dados difundidos e recebidos pelos telemóveis, e que eventualmente são publicitados online, são gerados aleatoriamente pela aplicação STAYAWAY COVID sem qualquer relação com os telemóveis nem os seus utilizadores.

Sim. Os dados nos telemóveis são apagados pela própria aplicação STAYAWAY COVID, no máximo, ao fim de 14 dias e todos apagados quando a aplicação é desinstalada. Os dados online, de forma análoga, são removidos, no máximo, ao fim de 14 dias. Todo o sistema será descontinuado quando for declarado em Portugal o fim da pandemia.

Catorze dias correspondem ao tempo atualmente considerado pelas autoridades de saúde como o período máximo de incubação da doença. Este período determina alguns prazos no funcionamento da aplicação. Havendo alterações nesta recomendação, a aplicação será ajustada de acordo.

É extremamente improvável, mas possível, apesar de a aplicação STAYAWAY COVID obedecer aos mais elevados padrões de segurança e ter sido desenhada para o evitar.

A aplicação estabelece comunicações e transmite dados em duas ocasiões distintas e, em cada uma, podem ser exploradas formas maliciosas e ilegítimas de identificação do telemóvel ou do utilizador.

Sempre que o rastreio estiver ativado, a aplicação STAYAWAY COVID difunde números aleatórios que, sem qualquer outro contexto, são anónimos. No entanto, se maliciosamente for criado um contexto em que, a par da receção dos dados difundidos por uma aplicação não oficial, a identidade do telemóvel ou do utilizador é simultaneamente registada por outro qualquer meio ou dispositivo, então a associação entre os dados anónimos e o telemóvel ou o seu utilizador pode ser estabelecida.

A segunda ocasião é quando a aplicação STAYAWAY COVID contacta o servidor oficial e público para disponibilizar online os números aleatórios que difundiu nos últimos 14 dias. Como acontece em todos os sistemas informáticos atuais, as comunicações realizadas pela Internet deixam registos, quer nos operadores de rede, quer nos servidores, que, com base em informação adicional externa, podem ser utilizadas para identificar o dispositivo que efetuou a ligação. O servidor oficial estará instalado em Portugal, será operado por uma instituição oficial e segundo as melhores práticas de segurança e privacidade europeias.

O único processamento relevante é o que apenas pode ser realizado pela aplicação STAYAWAY COVID em cada telemóvel. Este processamento consiste no cruzamento destes dados online com os números aleatórios que o telemóvel de cada pessoa recebeu nos últimos 14 dias. Os dados online, como de resto todos os dados manipulados pela aplicação, são por si desprovidos de informação. Apenas o cruzamento com dados que residem exclusivamente nos telemóveis fornece a informação que todos desejamos.

Interoperabilidade e compatibilidade

Sim, a aplicação utiliza a API de “Exposure Notification” da Google e da Apple.

A STAYAWAY COVID tem como objetivo a interoperabilidade com o maior número de iniciativas de rastreio digital da COVID-19, europeias e de fora da Europa. A sua conceção e desenvolvimento está a ser articulada com os diversos países europeus que estão a desenvolver aplicações semelhantes.
Desta forma, deverá ser possível o cruzamento dos dados recolhidos pela aplicação com aqueles disponibilizados online por qualquer um destes países.

A STAYAWAY COVID deve funcionar quando um residente em Portugal se desloca a outro país da Europa e vice-versa, ou seja, a aplicação instalada por qualquer europeu deve funcionar também em Portugal.

Relação da aplicação com a doença

Não, de todo. Nenhuma medida de prevenção ou mitigação é totalmente eficaz. É a combinação de todas as precauções (medidas de higiene, etiqueta respiratória, assegurar o afastamento físico, entre outras) que nos permitirá diminuir a propagação da doença. Para tal, precisamos de reduzir a capacidade individual de “reprodução da doença”, isto é, o número de pessoas que em média contagiamos desde que nos tornamos infeciosos até recuperarmos da infeção.


Com a COVID-19, estima-se que estejamos infeciosos em média durante 10 dias. Em parte deste tempo podemos não ter quaisquer sintomas, mas 44% dos contágios ocorrem precisamente quanto ainda estamos assintomáticos. É precisamente neste período, e para reduzir estes 44%, que a utilização do rastreio digital com a aplicação STAYAWAY COVID é importante.

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